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A importância de voto das mulheres, do ponto de vista sócio econômico

Depois de muitas ‘batalhas’ para conquistarem os seus direitos, hoje, as mulheres participam intensamente das eleições brasileiras, pois o seu eleitorado supera o masculino.

Se essas mulheres ainda não conseguiram equiparar plenamente as suas forças de trabalho as dos homens, não falta muito. No entanto, precisam continuar a lutar pelo seu espaço e o voto é o instrumento eficaz para isso. Recentemente num senso, foi revelado que o número de mulheres eleitoras é maior que o dos homens, suplantando o votante masculino em 10 mil votos.

Sendo assim, não é demais dizer que as mulheres terão papel preponderante neste pleito. A mulher costuma ter o pé no chão, pois a dona de casa sabe perfeitamente quanto custa o pãozinho e, talvez por isso mesmo, a maioria seja conservadora.

O voto feminino tem condições de definir a eleição prevista para outubro/2018 e que repercutirão inevitavelmente pelos próximos quatro anos.

A mulher transforma o mundo, é a base da vida e de tudo.

Para que seja representada, basta querer e não se omitir em seu importante voto como cidadã.

No Brasil, as mulheres são maioria da população, passaram a viver mais, têm tido menos filhos, ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, atualmente, 37,3% delas são responsáveis pelo sustento das famílias.

Até 1980, estimava-se que a mulher vivia em média até 65 anos e essa estimativa já aumentou para 77 anos de idade.

O número de filhos também mudou, a média era de quatro por mulher e, agora, é de um a dois filhos e tendo ainda aquelas que optam em não os ter. A média de filhos pode variar em função dos inúmeros processos sociais em que as mulheres estão inseridas como: urbanização, modernização da sociedade em seus aspectos culturais, econômicos e sociais, difusão de anticoncepcionais, oscilações da renda familiar e mudanças dos padrões de consumo.

Entre os eleitores, como já mencionado, as mulheres também são a maioria e cada vez mais vem aumentando a participação delas para os cargos em disputa, como por exemplo, 6.572 candidatas nas Eleições 2018 contra 5.056 do pleito anterior. Ainda assim, a proporção da presença feminina na política brasileira ficou abaixo [23,3%] dos 30% estipulado como mínimo pela legislação eleitoral, ou seja, não venceram no quanto a legislação permite.

As conquistas e desafios das mulheres, os seus direitos adquiridos e as suas lutas, são um grande avanço.

Tudo que precisamos é de informação, é a forma de nos posicionarmos através do conhecimento.

Dizer sim ou não, independe, mas se omitir ‘JAMAIS’, portanto, vote com consciência, sabendo que teremos um longo e incerto caminho daqui para frente e se utilizar de radicalismo politico, travar batalhas em defesa de candidatos, são argumentos sem efeito.

Devemos nos apresentar, fazer nossa parte e acreditar que o nosso país que precisa tanto se restabelecer, terá em longo prazo um representante que esteja a altura de uma nação necessitada e que tenha disposição de forma honrada a solucionar os problemas políticos e econômicos do Brasil.

 

 

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Jaciara Briani

Jaciara Briani, 42, é graduada em Economia pela Puccamp [Pontifícia Universidade Católica de Campinas], com aperfeiçoamento em Engenharia Econômica pela USP [Universidade de São Paulo]. Atualmente, graduando-se em Gestão em Finanças pelo Damásio Wyden [Campinas].

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