Quarta-feira , 22 Novembro 2017
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Arte de projetar edificações

Foto: Otávio Bueno

“A arquitetura é a disposição das partes ou dos elementos que compõem os edifícios ou os espaços urbanos em geral, sendo composta pelo conjunto dos princípios, normas, técnicas e materiais utilizados pelo arquiteto, para criar um espaço arquitetônico. O arquiteto é o profissional legalmente habilitado para o exercício da arquitetura”, diz Carolina Nunes de Matos Castedo, 37.

Formada em Arquitetura pela Universidade Mackenzie [São Paulo], desde 2002, há 14 anos, Carolina Nunes atua como arquiteta em Mogi Guaçu.

“Atualmente, desenvolvo projetos residenciais, buscando atender as reais necessidades dos moradores. Procuro sempre, em todo projeto deixar a obra com a ‘cara do cliente’, dentro de um padrão estético e arquitetônico em que eu acredite. Acredito ser primordial buscarmos soluções tecnológicas e sustentáveis para as novas construções e, para isso, tenho estudado mais esta linha”, diz.

Durante o período de graduação, a guaçuana estagiou em escritórios de São Paulo nas áreas de Arquitetura comercial e residencial.

“Quando me formei, retornei a Mogi Guaçu e trabalhei na Cerâmica Chiarelli e, em paralelo, comecei minha trajetória como arquiteta autônoma, desenvolvendo diversos tipos de projetos. Atuei por dez anos exclusivamente em um escritório com uma sócia e, desde julho de 2016, estou com escritório próprio em carreira solo”, conta.

Segundo ela, há dez anos a área de Arquitetura era um pouco menos acessível, pois existia um preconceito de que arquiteto só fazia projetos caros.

“Isso não é verdade. O papel principal de um arquiteto é projetar de acordo com a necessidade do cliente. Do ponto de vista de desenvolvimento de trabalho, não tínhamos tantas ferramentas para apresentação e era preciso certa confiança do cliente no trabalho para atingirmos um resultado final”.

No atual momento, Carô Nunes analisa que o trabalho do arquiteto é mais valorizado e o cliente tem mais acesso às informações e imagens por meio de sites e redes sociais.

“Temos acesso às mais diversas ferramentas de forma a deixar o projeto quase que real, simulando o ambiente. Assim, o cliente tem muito mais certeza de como ficará seu espaço muito antes de iniciar a obra”.

A arquiteta imagina que “em dez ou vinte anos, teremos cada vez mais acesso a uma realidade virtual, aproveitando o máximo da tecnologia a nosso favor para mostrar nosso trabalho, no caso, os projetos”.

De acordo com ela, em termos de criação o que não muda na área é a forma de concepção deste projeto, com muito estudo, desenvolvimento e detalhamento. “Isto o computador e nenhum programa substitui. É preciso muita empatia entre cliente e arquiteto, uma relação profissional de amizade para chegarmos num resultado satisfatório”.

Finaliza dizendo que “meu trabalho contribui e contribuirá para a sociedade brasileira de forma a fornecer ambientes agradáveis de trabalho ou moradia, colaborando com o desenvolvimento da sociedade como um todo. Sempre acreditei que não precisamos de luxo, mas a casa ou ambiente de trabalho deve refletir o espírito dos ocupantes e fornecer elementos de conforto para o bem estar mental”.

Carolina Nunes Castedo

Rua Nicolau Falsetti, 113

Centro – Mogi Guaçu/SP

(19) 3841.9064

 

Sobre Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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