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Circulação da moeda em 2019

Jaqueline Câmara diz que é preciso difundir a cultura de cooperativismo financeiro na região da Baixa Mogiana   

O crescimento econômico precisa ser responsável pela melhor qualidade de vida da população, incluindo a solução de diversos problemas, entre os quais os da alimentação e da nutrição. O homem precisa ser a meta desse desenvolvimento e nós precisamos cada vez mais nos conscientizar disso.

“Em nossa empresa trabalhamos com o sistema cooperativista, contribuindo com o desenvolvimento econômico e social dos associados, com as melhores soluções financeiras, transparência, ética, solidariedade e responsabilidade”, conta a gerente do Sicoob Credinter de Mogi Guaçu, Jaqueline Câmara, 38.

Há 27 anos no mercado, esta Cooperativa Financeira tem como objetivo auxiliar seus cooperados e desenvolver linhas de crédito para as mais variadas demandas.

“Gestão de carteira PF [Pessoa Física] e PJ [Pessoa Jurídica] de associados, atendimento consultivo para adequação do produto financeiro condizente para cada intuito, captação de novos associados e principalmente difundir a cultura de cooperativismo financeiro na região da Baixa Mogiana”.

“Há uma expectativa positiva quanto as mudanças. Porém, essas mudanças
devem vir gradativamente, contribuindo assim, com o crescimento do mercado”

Economia
Com o fim do 1º trimestre de 2019, significa novos desafios e oportunidades para os empreendedores e, ainda, expectativas do Brasil voltar economicamente para os eixos.

“Entendemos que, como cooperativa financeira, seja a grande solução para o desenvolvimento econômico, pois temos cooperados que contam com atendimento humanizado, podendo participar das decisões e se beneficiar dos dividendos. Sendo assim, o cooperativismo financeiro atualmente é uma tendência de mercado”.

Para a gerente, o melhor caminho monetário para este ano é “trabalhar com o que tem aptidão, se especializar, buscar desenvolvimentos tecnológicos, estar antenado com as tendências de mercado, para assim se adequar com essa nova dinâmica econômica”.

Competir no acirrado mercado bancário, que aliás é um dos setores mais fortes da economia brasileira não é uma tarefa fácil. Como o grupo empresarial ao qual você faz parte lida com esta questão?

“Ofertamos tarifas e taxas mais atrativas, atendimento e tecnologia especializados em todos os serviços de instituições financeiras, pois como Cooperativa, não temos a regra e cultura de gerar lucros exorbitantes, e sim, auxiliar o cooperado a se desenvolver e fomentar o seu crescimento dentro do mercado local”.

De acordo com ela, mesmo diante da crise do país dos últimos anos, o setor de cooperativismo financeiro está sempre em plena ascensão.

“Em toda e qualquer situação econômica, os bancos acabam se prevalecendo da ciranda financeira. No nosso caso, de Cooperativa, não é o objetivo, pois a nossa finalidade é de fortalecer nossos cooperados em seus mais variados segmentos”.

Tanto é uma inclinação do momento econômico brasileiro que há diversos empreendedores investindo em empresas próprias.

“Ter seu próprio negócio e ser seu próprio patrão, é um sonho para muitas pessoas. E em momentos de economia difícil, acaba sendo uma opção saudável, o empreendedorismo”, finaliza.
       

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Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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