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Guaçuano coordena obras de construção dos Jogos Olímpicos de 2016

Sua esposa trabalha em empreendimento privado da Vila Olímpica

 

Em 2016, os olhos do mundo inteiro estarão fixados no Brasil, particularmente, na cidade do Rio de Janeiro. Tudo porque em agosto deste ano, acontecerá pela primeira vez na América do Sul, uma edição do maior evento esportivo do planeta: os ‘31º Jogos Olímpicos da Era Moderna’.

Se ao assistir os Jogos de Verão pela TV, muitas pessoas se emocionam, imaginem para quem tem a oportunidade de trabalhar para a realização do evento?

É o que acontece na vida dos guaçuanos Mauro Gerizani Junior, 40, e Rosilene de Oliveira Gerizani, 33. Ele como gerente de interface e planejamento do Parque Olímpico e a esposa como analista financeira na Ilha Pura [Vila dos Atletas].

“A Ilha pura é um empreendimento privado que será utilizado como Vila Olímpica durante os Jogos de 2016”, conta Mauro.

Detalhe importante. Em 05 de agosto de 2016, data da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos, a família estará completa, pois em no final de janeiro, nasceu à primeira filha do casal, Nina Gerizani. Portanto, a próxima viagem a Mogi Guaçu será para o batizado da pequena.

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Foto: Carlos Almeida

Maurinho como é chamado pelos familiares e amigos em Mogi Guaçu, é formado em Engenharia Civil [Universidade São Francisco – Itatiba] e MBA em Gerenciamento de Projeto pela FGV [Fundação Getúlio Vargas] e fala inglês fluente.

Na ‘Cidade Maravilhosa’, eles residem em condomínio da Barra da Tijuca, zona oeste.

Ele é funcionário de uma grande construtora que foi contratada pelo Comitê Organizador dos Jogos. Sua esposa trabalha na mesma empresa, porém, em outro projeto.

Até chegar ao cargo de monitoramento das obras olímpicas, Maurinho Gerizani ralou muito país afora.

“No início da carreira, trabalhei como engenheiro em Mogi Guaçu e Estiva-Gerbi. Depois fui para São Paulo e São Roque trabalhando com estruturas metálicas. E, desde 2007, estou numa grande construtora rodando o Brasil. Já passei por Campinas [SP], Dom Pedrito [RS], Macaé [RJ] e Rio de Janeiro onde me encontro agora”.

Sobre o trabalho atual conta que “as obras estão ficando prontas e já estão sendo realizados eventos testes por todos os locais de competição. Eu trabalho no Parque Olímpico da Barra, na área chamada Zona de Mídia. A principal estrutura da Zona de Mídia é o IBC [International Broadcast Center]. Trata-se do prédio onde serão montados todos os estúdios de TV que transmitirão os Jogos”.

Mas nem tudo são flores. O casal trabalha em média 10 horas diariamente de segunda-feira a sábado.

“Estamos sempre conectados seja por telefone, e-mail ou whatsapp. Na verdade, trabalhamos 24 horas por dia. Estamos sempre prontos para que tudo ocorra perfeitamente”, fala o engenheiro.

Em relação ao terrorismo mundial que tem assustado o mundo, Maurinho diz que tudo está sendo estudado e preparado para que saia perfeito.

“Porém, nós não temos contato com a área que cuida dessa parte”.

 

“Me considero uma pessoa abençoado por ter o apoio da família e amigos, com quem pude aprender muito e me transformar no que sou hoje. É importante ressaltar o apoio incondicional que sempre tive e citar a importância de meu cunhado Carlos Melchiori na minha formação técnica.”

 

Rio-2016

Para ele, o Brasil deve surpreender na classificação final. “Acredito que ficaremos entre os 10 primeiros colocados e alcançaremos um recorde de medalhas”.

Cita como expectativas de medalhas de ouro os favoritismos das modalidades de vôlei de praia e indoor [masculina e feminina], handebol feminino, o futebol [masculino e feminino] e com o ginasta Arthur Zanetti nas argolas.

“Na natação, judô e atletismo não sei se vêm muitas medalhas de ouro, mas com certeza vêm medalhas”.

Durante o evento, o casal estará trabalhando nos bastidores no período dos Jogos para garantir que tudo saia como previsto. Mesmo assim, compraram ingressos para assistir as finais do mountain bike, bmx e futebol feminino e para as quartas de final do handebol e vôlei de praia masculino.

Após as Olimpíadas, o casal tem planos de trabalhar no exterior. “Como o Brasil está atravessando uma fase complicada, sem investimentos em obras de infra-estrutura, existe a possibilidade de sair do país. Mas, as oportunidades são identificadas pela empresa que trabalho e temos que exercer bem o nosso papel. Na hora certa somos comunicados do próximo desafio. Quem sabe nos próximos Jogos?”.

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Carnaval

Apaixonado por Carnaval, o engenheiro foi ritmista por quatro anos da bateria da Escola de Samba Rosas de Ouro[SP], tocando repique. No sambódromo carioca, ele e a mulher já desfilaram como integrantes da Acadêmicos do Grande Rio e assistiram vários desfiles.

“Este ano não estaremos presentes na Sapucaí. Estaremos cuidando da nossa pequena e vendo tudo pela TV”, esclarece.

 

 

Sobre Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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