Quarta-feira , 22 Novembro 2017
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No trabalho sim, porque não?

Você passa quase metade do seu dia trabalhando? Senta, levanta, atende telefone ou você trabalha na produção e fica muitas horas na mesma posição, fazendo os mesmos movimentos? No final do dia como esta seu corpo: cansado? Com dor? Pesado?

Pois é, julho começou e com ele mais um tema da nossa coluna. Este mês o assunto é ginástica laboral.

No mundo onde o progresso é muito rápido, em que as pessoas estão sempre correndo contra o tempo para atender às exigências impostas pela vida, força-nos a estarmos bem condicionados e atentos para que tenhamos sucesso. Afinal, o mundo premeia aqueles que procuram conquistar, mas deixa para trás aqueles que não buscam o que querem.

Visando melhorar a condição física do trabalhador, realizando adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, a ginástica laboral é a prática voluntária de atividade física, realizada pelos trabalhadores no próprio local de trabalho.

A ginástica laboral não sobrecarrega nem cansa os colaboradores, pois é leve, com exercícios voltados para o relaxamento do corpo, de curta duração, com certa de 15 a 20 minutos de aula.

As aulas são feitas por profissionais da área de Educação Física e Fisioterapeutas. Através de diferentes tipos de exercícios, esses profissionais fazem com que os colaboradores se interajam, uma vez que as aulas geralmente acontecem por departamento, e diminuem a fadiga visual, corporal e mental por meio das pausas para os exercícios.

Essa atividade se mostra muito eficiente para aliviar estresse, diminuir o sedentarismo, aumentar o ânimo para o trabalho, prevenir lesões e traumas. A prática também proporciona aumento da produtividade [decorrentes de melhora da atenção], concentração nas atividades desempenhadas, proporcionando maior disposição do funcionário e ainda melhora a imagem da instituição junto aos empregados e a sociedade.

Mas não é só isso. Existem outros benefícios. Ela também proporciona melhoras fisiológicas relacionadas ao sistema cardíaco, respiratório e esquelético. Por ser uma prática de baixa intensidade, não tem contraindicação. Podendo ser praticada por todos.

O bom ambiente de trabalho proporcionado pela ginástica laboral reduz o número de acidentes e afastamento por problemas de saúde. O que gera um menor custo ao empregador que não terá que arcar com os tributos gerados por afastamentos médicos.

O momento de descontração e alívio do estresse proporcionado pela ginástica laboral faz com que o trabalhador volte ao trabalho mais concentrado e comprometido. Aumentando assim a produtividade.

Sem contar que a prática de atividade física, mesmo praticada no ambiente de trabalho, proporciona uma melhora autoestima e autoimagem. Quando os resultados começam a aparecer, o estímulo para continuar a prática aumenta.

Se na empresa que você trabalha existe esse tipo de benefício e você não aproveita, está na hora de rever seus conceitos. Mas, se sua empresa ainda não aderiu à prática, você poderia sugeri-la. Os funcionários e a empresa só tendem a ganhar com isso.

Um beijo e até dia 17/07.

Sobre Fabi Matos

Fabiana Nunes de Matos Bueno é graduada em Educação Física e trabalha como personal trainner ministrando aulas de pilates e funcional em seu estúdio.

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