Quinta-feira , 19 Outubro 2017
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Paraolimpíadas: evento de todos

No último dia 07 de setembro, o mundo presenciou a abertura oficial das Paraolimpíadas no Rio de Janeiro. Sem tanta repercussão na mídia, mas com muita emoção e beleza, fizemos uma abertura digna para os heróis [nome dado aos atletas paraolímpicos]. Até o próximo domingo, 18 de setembro, data de encerramento, podemos acompanhar as disputas e competições.

O esporte adaptado para deficientes surgiu no começo do Século XX. As primeiras modalidades foram para portadores de deficiência auditiva. Logo depois em 1920, atividades como atletismo e natação para cegos. Após muitos soldados voltarem para casa mutilados, após a 2ª Guerra Mundial, surgiu à necessidade de jogos adaptados para os deficientes físicos.

Os primeiros países que implantaram modalidades adaptadas foram a Inglaterra e os Estados Unidos. Depois de um tempo, os italianos também começaram a praticar. O sucesso dos jogos foi tão grande, que com o tempo ganhou o mundo inteiro.

Os Jogos Olímpicos especiais para atletas com deficiência foram organizados pela primeira vez em Roma – 1960, imediatamente após os Jogos Olímpicos. Eles são considerados os primeiros Jogos Paraolímpicos. Cerca de 400 atletas de 23 países competiram em oito esportes.

Desde então, os Jogos Paraolímpicos são organizados a cada quatro anos, no mesmo ano dos Jogos Olímpicos. Fruto do crescimento dos esportes adaptados.

Em 1964, foi criada a ISOD [Organização Internacional de Esportes para Deficientes]. Os Jogos Paraolímpicos evoluíram muito e, hoje, depois apenas dos Jogos Olímpicos, são o principal evento esportivo mundial.

As seguintes modalidades estão sendo disputadas no Rio de Janeiro: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, canoagem velocidade, ciclismo de estrada, ciclismo de pista, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, rugby em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo, triatlo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, vela e voleibol sentado.

No mundo paraolímpico, os Estados Unidos não exercem o mesmo domínio, assim como, outras potências, como a França. Por outro lado, Brasil e Ucrânia, países que fazem parte de um bloco secundário nas Olimpíadas, ganham protagonismo. Mas um motivo de orgulho para nós.

Sobre Fabi Matos

Fabiana Nunes de Matos Bueno é graduada em Educação Física e trabalha como personal trainner ministrando aulas de pilates e funcional em seu estúdio.

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