Terça-feira , 12 Dezembro 2017
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“Pintar é um ato profundo”, expressa Maria Zétula Marcondes

Fotos: Otávio Bueno

Artista inspira-se em cenas do cotidiano e nos próprios sentimentos

São 28 anos dedicados a arte, em especial, para a pintura. Formada em Administração de Empresas, Maria Aparecida Zétula Marcondes descobriu nos pincéis e nas tintas uma paixão e encontrou a forma perfeita para a interiorização pessoal.

“Desde a adolescência sempre tive interesse em artes plásticas e óleo sobre tela. Fui influenciada por familiares que também são artistas plásticos. Porém, quando eu tive um contato maior com a arte, ela me proporcionou sentimentos de paz, tranquilidade e um desejo cada dia maior de me aperfeiçoar”, conta.

O acervo da artista tem cerca de 280 obras que já foram apresentadas em exposições pelo sul de Minas Gerais, Mogi Guaçu, Mogi Mirim e de outras importantes mostras de cidades da região.

Maria Zétula tem exposição permanente de suas pinturas no setor de Oncologia/Hematologia do Hospital 22 de Outubro, Mogi Mirim, onde trabalha como gerente, contribuindo assim, com as suas obras para tornar o ambiente mais feliz e harmonioso. No momento, expõe a obra ‘Semblantes de Nossa Senhora Aparecida e Guadalupe’, entre outras.

“A obra retrata uma mistura dos semblantes de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira do México e Imperatriz da América”.

No início da carreira, os trabalhos da artista eram no estilo acadêmico e gradativamente passaram para o impressionismo. Hoje, as obras são mais figurativas. “Entre as minhas especialidades, o estilo figurativo é o que eu mais me identifico”, comenta.

Para confeccionar suas telas diz que “meus trabalhos são produzidos a partir da minha inspiração. Esta [inspiração] é relatada em minhas obras por meio do meu estado de espírito, observações de cenas do cotidiano e coisas que vi, ouvi e leio. Pintar é um ato profundo, cheio de sentimentos, de atitudes, de incertezas e surpresas”.

Com belas obras no acervo fala que seu trabalho não é um legado. “Não penso que seja um legado a deixar. Mas a pintura é algo que me traz muito prazer, alegria e me sinto privilegiada em poder compartilhar e mostrar um pouco do meu trabalho. Viajo em mim mesma, na minha própria pincelada, no gesto, na cor escolhida e na transparência das tintas”.

Sobre o próximo trabalho já tem projetos em andamento, mas nada de concreto ainda e finaliza: “Gostaria de agradecer o espaço que me foi concedido onde pude falar um pouco das minhas obras. Grande abraço a todos”.

Quem se interessar pelo trabalho da artista Maria Zétula Marcondes, pode contratar o seu trabalho ou adquiri-los pelo e-mail mariazmarcondes01@gmail.com.

 

Sobre Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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