Quarta-feira , 23 Agosto 2017
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Seja um doador de medula óssea

Foto: Lucas Góis

Neste sábado, 15 de julho, será realizado em Mogi Guaçu o projeto ‘Cadastro de Medula Óssea e Seja um Anjo Doador’, na escola estadual Luiz Martini, centro, das 9h às 13h. A iniciativa é do grupo Anjos Sem Asas, que realiza voluntariado para o Hospital Boldrini [Campinas], que atende crianças com câncer.

O grupo tem apoio do Rotaract Club de Mogi Guaçu, FMPFM [Faculdade Municipal ‘Professor Franco Montoro’] e Big Bom.

“Desde fevereiro estamos trabalhando para a campanha que acontecerá pela primeira vez em Mogi Guaçu”, conta um dos coordenadores do projeto, Leonardo Benedito, 31, que é graduado em Matemática e Economia.

Conta ainda que em 2016, já foi realizada a ‘campanha da lã’, na qual 70 toucas foram confeccionadas e depois entregues para os pacientes da ala de internação do Boldrini. “Na próxima segunda-feira, 19 de julho, iremos novamente ao hospital campineiro para entregar mais 250 toucas. Só que desta vez, serão para as crianças da Pediatria”.

Cadastro

O cadastro de medula óssea será feito por uma equipe do Hemocentro da Unicamp [Universidade Estadual de Campinas], composta por três profissionais: um administrador e dois enfermeiros.

“Dando apoio aos trabalhos participam ainda 12 profissionais da Franco Montoro e outros 12 do Rotaract Club de Mogi Guaçu”, diz ele.

O coordenador explica que amanhã, o número máximo de cadastros será de 300 pessoas, não sendo possível ultrapassar o limite estipulado por ser uma regra do Hemocentro da Unicamp. Por isso, senhas de ordem de chegada serão distribuídas.

Serão quatro etapas de cadastramento:

1) Apresentação de um vídeo;

2) Cadastro de autorização;

3) Coleta de sangue;

4) Café da manhã;

“Nesta fase, a mais importante é a etapa 3, quando são coletados cerca de 5 a 10 ml de sangue, a mesma quantidade de um exame de sangue rotineiro”, fala ele.

Após o cadastramento, as informações vão para o Redome [Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea], que é coordenado pelo Inca [Instituto Nacional de Câncer ‘José Alencar Gomes da Silva’], no Rio de Janeiro.

“A partir disto, eles buscam no banco de dados os DNA’s que são compatíveis. Por exemplo, seu o meu for com uma pessoa dos Estados Unidos ou do Japão, eu tenho que ir até lá para ser o doador. O mesmo vale para dentro do Brasil”.

Para ser um doador é preciso ter idade entre 18 e 53 anos e para a realização do exame de sangue não é necessário estar de jejum. Ao término do cadastramento, terá um café da manhã com sucos de diversos sabores, frutas, bolachas doces e salgadas, leite e café.

[Com informações do Redome]

Sobre Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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