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Tradição: Colégio Seletivo

Maria Amélia Caveanha acredita que a educação escolar brasileira deve contemplar uma grande reforma em sua estrutura

“Há 45 anos, atuo como diretora do Colégio Seletivo. Durante esses anos, acompanho a evolução das teorias e práticas educativas, oportunizando ao nosso aluno conteúdos e atividades que contemplam a interdisciplinaridade, promovem a cidadania, estimulando assim, a conscientização do mesmo quanto ao seu papel na sociedade”, conta Maria Amélia Franco de Oliveira Caveanha, 67.

Sua primeira profissão foi de professora, Depois, graduou-se em Letras/Inglês e Pedagogia e, posteriormente, fez Pós-Graduação em Educação Infantil e em Literatura Infantil, além de Especializações em Gestão Educacional e Administração.

O ‘Seletivo, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio’ nasceu em 13/02/1973, denominada Escolinha Serelepe. “Estela e eu, filhas de mãe professora de educação infantil, naquela época ‘jardim da infância’, fomos muito incentivadas por ela para iniciar a primeira escola particular de educação infantil de Mogi Guaçu”.

A Escolinha Serelepe iniciou com 16 alunos e a cada ano, cresceu o número da clientela. “De lá pra cá, centenas de professores e alunos já estiveram envolvidos nesse trabalho educacional que abrange desde a educação infantil, fundamental I e II e ensino médio e somos, há 12 anos, um polo de Educação a Distância, da Cruzeiro do Sul”.

Neste período, a escola também contribuiu na formação profissional de centenas de técnicos em química e em enfermagem que atuam no mercado de trabalho, certificados pelo Colégio Seletivo.

“Nossa proposta educativa é completamente voltada para a formação integral do nosso aluno, desenvolvendo então, competências e habilidades que contemplam as diversas dimensões humanas: intelectual, corporal, social, afetiva, emocional e cristã”.

Brasil
Maria Amélia diz que o Brasil merece e precisa de projetos que facilitem o acesso ao conhecimento e o desenvolvimento de habilidades e competências de todas as crianças e adolescentes brasileiros para que, quando adultos, estejam preparados para construir um novo mundo.

“Precisamos então investir de forma mais inteligente no segmento educacional e, principalmente, capacitar e valorizar a figura do professor”.

Segundo ela, há muitos debates sobre a educação mas a literatura sobre o assunto mostra que o mestre comprometido com a sua formação e sempre buscando conhecimento, pode contribuir efetivamente com a aprendizagem do aluno.

“Atualmente a educação requer habilidades cognitivas mais complexas do que as exploradas tradicionalmente. O educador deve selecionar as melhores estratégias e recursos para auxiliar seus alunos e atuar como mediador, ativador, articulador e orientador da aprendizagem”.

A diretora conta que também frequentou os bancos escolares da escola pública especificamente do Grupo Escolar ‘Padre Armani’  e que sente muita saudade dessa época. “De fato, foram anos áureos da minha vida”.

Ela acredita que o momento atual requer o desenvolvimento de habilidades essências das nossas crianças e jovens e a prática das tecnologias predominantes do século XXI.

“Eu acredito no poder da educação”

PES
Hoje a educação precisa pensar constantemente em inovação e a escola está inserida nesse contexto. Ela deve ser um espaço muito prazeroso e dinâmico. Acreditando nisso, a partir de 2019, será implantado no Colégio Seletivo, o sistema PES [Positivo English Solution], atendendo inicialmente os alunos do PES KIDS: G4 (4 anos), G5 (5 anos) e 1º Ano E.F.I e do PES JÚNIOR: 2º ao 5º Ano E.F.I.

“Nossa pretensão é formar cidadãos bilíngues. O que almejamos é que os nossos alunos, tenham a oportunidade de adquirir a língua inglesa no período de aulas.

O PES é um material dinâmico e atual publicado pela Cambrigde University Press, uma editora experiente em soluções inovadoras de ensino e referência em qualidade.

E quais foram os motivos para implantar o PES no colégio Seletivo?

“O inglês reúne pessoas, portanto, atrairá alunos multiculturais que terão maior acesso à informação e ao conhecimento, que desenvolverão suas habilidades cognitivas, que por meio de entretenimento, viagem e lazer, tornar-se-ão profissionais preparados no futuro”.

Maria Amélia explica que o PES tem por habilidade essencial que os estudantes aprendam de maneira natural e imersiva, com professores preparados e muita conversação, tendo ao seu alcance as ferramentas para desenvolver as quatro habilidades necessárias para se comunicarem bem: listening, reading, speaking e writing.

“Listening: sotaques diversos e análise do discurso oral; reading: textos de inúmeras fontes e funções sociais; speaking: fluência, pronuncia, articulação dos sons e conversação; writing: informal, neutra e formal em diversos gêneros”.

No ensino convencional os alunos aprendem sobre a língua por meio de aulas que tendem a ser em português, a carga horária reduzida, as turmas com diferentes níveis de proficiência, abordagem tradicional, foco na leitura e escrita e material didático integrado.

Já no PES, os alunos adquirem a língua com aulas em inglês, turmas com nível de proficiência semelhante, carga horária ampliada, foco na compreensão, fala, leitura e escrita, material didático internacional e multicultural e o inglês que se aprende na escola.

Seletivo, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio
Avenida Emília Marchi Martini, 940
Jardim Cantagalo – Mogi Guaçu-SP
(19) 3861.3572 – 3861.0552  – 3861.0558

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Flávio Ribeiro

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Pucc - Campinas. Editor-Chefe e Repórter da Revista O Pólo - Agência ODBO, é o responsável pela checagem e produção das reportagens e artigos e, também, da edição final da revista. Exerceu a função de Assessor de Imprensa de Gestão Pública e trabalhou em meios de comunicação como o Jornal Gazeta Guaçuana, Jornal Cidade e estagiou na EPTV Campinas.

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